Como montar um ponto de coleta de cartuchos na empresa

Veja como montar um ponto de coleta de cartuchos na empresa, passo a passo, do local até quem leva o material para reciclagem correta.

Nacional Cartuchos · leitura de 4 min

Montar um ponto de coleta de cartuchos na empresa não exige estrutura grande nem investimento alto. Dá para começar com uma caixa, um lugar de fácil acesso e um combinado simples com a equipe sobre onde deixar o cartucho ou toner vazio em vez de jogar no lixo. O que faz esse ponto de coleta funcionar de verdade é a rotina em volta dele, não o tamanho da estrutura.

Por que vale a pena ter um ponto de coleta na empresa

Toda empresa que imprime gera cartucho ou toner vazio com alguma frequência. Sem um ponto de coleta, esse material tende a ir parar no lixo comum, junto com papel e resto de copa, o que é o pior destino possível para um item que ainda tem partes reaproveitáveis. Com um ponto de coleta simples, esse material passa a seguir para reciclagem, remanufatura ou descarte correto.

Além do lado ambiental, existe o lado prático: um ponto de coleta organizado evita que cartucho fique acumulado em gaveta, armário ou embaixo da impressora, esquecido, sem ninguém saber o que fazer com ele.

Passo 1, escolha um local de fácil acesso

O primeiro erro comum é colocar o ponto de coleta em um lugar de difícil acesso, tipo um depósito trancado. O ideal é perto de onde as impressoras ficam, ou em um corredor de passagem que todo mundo usa no dia a dia. Quanto menos esforço a pessoa precisar fazer para descartar certo, mais a prática pega.

Passo 2, use uma caixa identificada

Uma caixa de papelão simples já resolve, desde que esteja identificada com algo visível, tipo "cartuchos e toners vazios — não descarte no lixo comum". Isso evita que a caixa vire depósito de qualquer coisa e deixa claro, para quem nunca ouviu falar do assunto, o que deve ir ali dentro.

Vale reforçar na identificação que a caixa aceita cartucho de tinta e toner, original, compatível ou remanufaturado — não precisa separar por tipo nesse primeiro momento, isso pode ser feito depois por quem recolhe.

Passo 3, avise toda a equipe

De nada adianta ter a caixa se ninguém souber que ela existe. Um aviso rápido por e-mail, um cartaz colado perto da impressora ou uma menção em reunião já cumprem o papel de espalhar a informação. O ponto principal a comunicar é simples: cartucho e toner vazios vão para aquela caixa, nunca para a lixeira comum.

Empresas que já têm alguma iniciativa de sustentabilidade podem aproveitar esse mesmo comunicado para reforçar o motivo por trás da prática, o que ajuda o hábito a colar mais rápido.

Passo 4, defina quem leva o material e para onde

Alguém precisa ficar responsável por, periodicamente, levar o conteúdo da caixa até um ponto de coleta externo ou entregar para um parceiro que recolhe esse tipo de material. Pode ser uma pessoa do setor de compras, do administrativo, ou até um rodízio simples entre a equipe. O importante é que exista um responsável e uma frequência definida, nem que seja mensal.

Sem essa etapa, a caixa enche e para, o que desanima quem estava participando.

Passo 5, mantenha o hábito funcionando

Depois que o ponto de coleta está de pé, o desafio passa a ser manter. Vale revisar de tempos em tempos se a caixa ainda está visível, se o aviso ainda está no lugar e se o responsável pela retirada continua ativo — principalmente quando alguém troca de função ou sai da empresa.

Esse tipo de iniciativa também pode virar parte de um esforço maior de ESG na pequena empresa, sendo um ponto de partida simples e barato para mostrar compromisso concreto com sustentabilidade, tanto para o time quanto para clientes e fornecedores.

Empresa que organiza esse fluxo também costuma sentir benefícios diretos além do ambiental, como redução de bagunça no estoque e melhor controle de quantos suprimentos realmente são usados por mês.

A Nacional Cartuchos recebe cartucho e toner vazios de empresas da região, o que facilita bastante para quem não tem um parceiro de coleta fixo definido ainda.

Perguntas frequentes

Qualquer empresa pode montar um ponto de coleta, mesmo pequena?

Sim. O tamanho da estrutura acompanha o volume gerado. Uma empresa pequena pode usar uma caixa simples perto da impressora; o processo é o mesmo, só a escala muda.

Precisa separar cartucho original de compatível na coleta?

Não é necessário separar nesse primeiro momento. Quem recolhe o material costuma fazer essa triagem depois, olhando o estado de cada item.

Com que frequência o material deve ser recolhido da caixa?

Depende do volume da empresa, mas uma rotina mensal costuma funcionar bem para a maioria dos escritórios. O importante é ter uma frequência definida, não deixar acumular indefinidamente.

O que fazer se a empresa não tem volume suficiente para justificar um ponto de coleta?

Mesmo com pouco volume, vale juntar os cartuchos e toners vazios aos poucos e levar até um ponto de coleta externo de tempos em tempos, em vez de descartar no lixo comum.